Na Mira

Rede Social

A caótica situação do Presídio

Estivemos na Assembleia Legislativa no Gabinete do  deputado Adão Villaverde, com a presença do presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia  Legislativa, deputado Jeferson Fernandes.
Na pauta, a caótica situação do Presídio Estadual de Alegrete, que hoje tem uma população carcerária de 230 apenados, quando sua capacidade é para 81. A situação exige providências urgentes e isso não consiste em nenhuma novidade. A discussão da casa de detenção de Alegrete vem prolongando-se ao longo dos anos, assim como a construção do novo Presídio, cuja licitação está marcada novamente para 18 de outubro próximo. A situação no entanto exige soluções emergenciais.
O deputado Jeferson Fernandes está a par da situação de Alegrete. Uma mobilização cidadã, envolvendo diversas frentes do Município podem sensibilizar a Secretaria de Segurança Pública do Estado. A cidade não pode ter, em zona praticamente central da cidade, uma verdadeira bomba-relógio.Para o deputado Villaverde, a discussão deve ser ampliada e imediatamente colocou-se à disposição para o enfrentamento do problema. “Temos que somar forças”, disse. A Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia estará representada em Alegrete  para o debate do impasse.  Também somar-se-á aos esforços dos alegretenses diante dos  pleitos urgentes ao Governo do Estado


Foto: Gabinete Adão Villaverde

Fernanda Melchionna

Estive com a Fernanda Melchionna (PSOL) vereadora mais votada de Porto Alegre, ouvindo um pouco da sua experiência como presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana na Câmara Municipal, função similar a que exercemos hoje no nosso Legislativo.

O jornal que passeia no tempo

Quando comemoramos aniversário, é sempre uma hora de reflexão e de projetos. As datas redondas, principalmente – como 30, 40, 50 anos – servem como referência para avaliarmos o que fizemos de positivo na década e quais as pretensões para o futuro.Quando se trata da Gazeta de Alegrete, a própria idade fala por si. Basta mencionarmos que somos o jornal mais antigo do Rio Grande do Sul e o terceiro mais antigo em circulação do Brasil e o próprio fato escancara verdades. Revela que os vínculos do jornal com Alegrete e sua gente, se confundem. Esses anos todos chegando às casas das famílias, contando os acontecimentos, registrando os eventos, impulsionando projetos, valorizando os exemplos dos homens e mulheres de bem, enfim, sendo um elo aglutinador dos tantos segmentos que compõem a nossa cidade, asseguram-nos um público leitor cativo. É por eles e com eles que vamos construindo a nossa história.Fazer a Gazeta de Alegrete é um desafio e tanto para qualquer jornalista. Significa, antes de tudo, colocar os interesses coletivos acima de todo e qualquer interesse pessoal. Escrever a Gazeta de Alegrete é uma lição de humildade e de generosidade. Porque poucos os jornais têm um olhar tão carinhoso pela sua cidade como a Gazeta tem pelo nosso Alegrete. Este olhar de compreensão e de afeto, muitas vezes, é confundido com complacência. Na verdade, a Gazeta de Alegrete olha e cuida da cidade, com o carinho e o zelo que uma mãe cuida de seus filhos. Muitas vezes, com preocupação. Outras tantas, com severidade. Mas nunca fechando a porta nem maltratando aqueles que foram criados sob as suas vistas.A Gazeta de Alegrete, tenham certeza nossos milhares de leitores, é uma espécie de mãe carinhosa e atenta de todas as gerações que vêm sucedendo-se nessa cidade.Comemoramos hoje 135 anos de história. Uma história de respeito, de lutas, de obstinação. Assim foi com cada um daqueles que aqui passaram: do Barão do Ibirocay ao João de Deus Barros Peres; do Heitor Galant ao Hélio Ricciardi; do Jorge Nascimento e do José Roberto Ramos à atual equipe de trabalho.
Temos muito uns dos outros.A Gazeta de Alegrete não passa. Ela passeia no tempo.

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