Na Mira – 18.11.2017

Rede Social

Fui desejar uma boa viagem à comunidade da Zona da Usina e aos meus amigos do nosso Água  Verde, quando partiram para mais uma excursão a São Leopoldo, onde pelo nono ano consecutivo acontece uma grande confraternização com o Água Verde de lá, fundado pela colônia alegretense em grande número naquela cidade, com origem aqui na própria Eurípedes. Trata-se do 9º Encontro da Família Água Verde.Só não embarquei porque prestaria a segunda prova no Enem no domingo. Gracias pela parceria e pela camiseta que me foi dada em reconhecimento ao apoio.Longa vida à amizade. Longa vida

O querido Pedrinho faleceu justamente quando a Família Água Verde confraternizava em São Leopoldo. Restou uma comovente homenagem ao grande amigo.

ao Água Verde!Longa vida ao povo da Usina!
Paradoxalmente, uma festa de congratulação e amizade,  foi abalada pela notícia do falecimento do Pedro Amauri Cadigune Ribeiro, o meu amigo Pedrinho, justamente uma figura queridíssima por todo o povo da Usina e ex-atleta (e dos bons) do Água Verde. Restou prestar uma homenagem comovida e sincera, com todos os atleta em oração.

 

 

 

 

Gurizada articulada

O Luka e o Vinicius, alunos do meu IEOA, estiveram no Gabinete me entrevistando sobre programas sociais e sistema de cotas raciais. Articulados e inteligentes, me renovaram as esperanças num futuro mais humano e justo neste País. Um salve à escola pública e um salve à juventude do nosso Alegrete.

 

Os livros na Praça

Acredito que uma das principais missões do vereador, que vai além do legislar e do fiscalizar, é também ajudar a pensar a cidade que amamos. Estava em nossos planos apresentar formalmente a Preta Mulazzani – caso fosse ela a prefeita eleita (inclusive chegamos a conversar a respeito) –  uma ideia que foi amadurecendo no período em que estive à frente do Centro Cultural Adão Ortiz Houayek.  Agora, como vereador, decidi apresentar requerimento sugerindo à prefeita Cleni, à secretária Márcia Dornelles e à diretora de Cultura Andréa Oliveira, que avaliem a possibilidade de uma mudança radical na área estrutural da Cultura: a transferência da Biblioteca Mario Quintana para o Palácio Ruy Ramos, onde hoje funciona o setor de pagamentos da Secretaria de Finanças. O CC, principal espaço das manifestações artístico-culturais da cidade, tem um espaço físico reduzido, onde além do auditório, hoje com estrutura de teatro, funcionam as duas bibliotecas, uma adulta outra infanto-juvenil,  e um telecentro absolutamente obsoleto. Durante décadas esta estrutura funcionou a contento. Hoje, as demandas culturais são imensas. A mudança que propomos amplia de forma significativa as possibilidades daquela casa de cultura oportunizar diversificada gama de oficinas, como teatro, música, dança, canto, literatura, entre outras tantas…  A Biblioteca, por sua vez, ganharia um espaço nobre, em prédio histórico, no coração da cidade. Para o funcionamento de setor de cobrança, com guichês para pagamento de contas e as demais tarefas burocráticas, julgamos prédios e espaços funcionais muito mais adequados. – E, aberta a temporada dos sonhos, já imaginaram na sala em frente um piano de cauda para recitais, com aquele espaço dedicado a saraus poéticos e apresentações do nosso Coral Municipal? Fica a sugestão!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *