Na Mira – 02.12.2017

Rede Social

As Bandas Marciais

Com o pessoal da Banda Lauro Dornelles

Prestigiei os dois dias de apresentações das bandas e fanfarras durante o 26° Encontro Estadual, promovido pela Febargs, com apoio da Prefeitura, através da Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer.Um grande público compareceu nas duas rodadas de apresentações. No primeiro dia, o mau tempo obrigou os organizadores a transferir as apresentações para o Ginásio da Escola Honório Lemes, enquanto no segundo,  as apresentações ocorreram na Avenida Eurípedes Brasil Milano, em frente ao Estádio Farroupilha.Bandas e fanfarras de Alegrete, Uruguaiana, Porto Alegre, Rio Grande, São Lourenço do Sul, Alvorada, Eldorado e Maçambará apresentaram  um espetáculo de som e cores, com alta musicalidade e muitas coreografias.

O 26º Encontro Estadual trouxe para a cidade mais de 1.500 pessoas entre integrantes e comissões de apoio.É comovente a forma como as comunidades escolares e dos bairros envolvem-se com as suas bandas. Tenho uma satisfação imensa de tomar parte no dia a dia de algumas delas, mas hoje é para o conjunto de bandas da nossa cidade, que vai nosso abraço e a nossa saudação!Um dos meus projetos é a criação definitiva de uma Banda Municipal com instrumentos de primeira linha, reunindo os principais musicistas de cada banda, representando oficialmente a cidade, com a realização de oficinas na formação de jovens talentos.É um projeto caro, mas vamos correr atrás, assim como fizemos para assegurar emenda da pista de skate.

Rap, rima, som e poesia

No largo do CC

Apoiamos e participamos do III Alegrete Rap City, que aconteceu no largo do Centro Cul tural Adão Ortiz Houayek, na tarde de domingo (26). O evento é coordenado pelos ativistas culturais Éric Custódio, Andreu Oliveira e Pedro Gabriel. Trata-se de uma rapaziada engajada, criativa, contestadora e que coloca em rimas o seu jeito de ver e traduzir a sociedade. Fica o nosso salve e o registro público da nossa parceria.Assim se faz um fim de tarde: rap, rima, som e poesia…

O RAP

Rap (em inglês, também conhecido como emceeing) é um discurso rítmico com rimas e poesias, que surgiu no final do século XX entre as comunidades negras dos Estados Unidos. É um dos cinco pilares fundamentais da cultura hip hop. Pode ser interpretado a capella bem como com um som musical de fundo, chamado beatbox. Os cantores de rap são conhecidos como rappers ou MCs, abreviatura para mestre de cerimônias.

 

O skate e a barreira da intransigência

Nada foi mais efervescente nas redes sociais do que 250 mil para uma pista de skate enquanto as ruas  estão esburacadas. Este foi o principal argumento dos que criticaram nossa conquista.  E é isso mesmo: uma conquista.  Falta total compreensão de que a prefeita Cleni não está desembolsando dos cofres do Município um único tostão. Os recursos vêm do Governo Federal, graças à emenda parlamentar do deputado Henrique Fontana, com finalidade específica. Estes recursos não podem ser destinados a outra finalidade. Se não vem para Alegrete, vai para outro Município.

Vejo várias cidades com pistas lindas, integradas à natureza. Como ao lado do Guaíba em Porto Alegre. Na beira da orla marítima em Xangri-lá. Uma baita pista aqui em Uruguaiana. Outra em Itaqui. A épica pista do IAPI em Porto Alegre. Uma fantástica em Niterói.  E aos olhos de muitos, parece que aqui não pode ter. O pessoal fala na pista que tem no Neyhta. Já disse e repito. O cara que descer uma daquelas rampas, gruda a cabeça no bloco de cimento que espera o skatista lá embaixo. Nunca foram lá olhar de perto o que é aquilo.  Agora, são 250 mil para uma pista de skate padrão, como não tem nenhuma na cidade. A da Praça da Juventude atende ao pessoal da Zona Leste. E a do Nehyta é aquela aberração.

O compromisso com a rapaziada do skate surgiu desde que assumi a direção do Centro Cultural e entendi a dificuldade deles andarem de skate em Alegrete.  E porque me interessei pelo segmento vi o potencial imenso que o skate traz no seu bojo. Acredito realmente que poderemos sediar grandes eventos a partir de uma pista com dimensões oficiais. O pessoal mais experiente também aposta nisso. Estamos atuando em várias frentes. O skate é uma delas. E tô muito feliz pela conquista. Não vejo como negativo o debate nas redes. Mas aludir aos buracos das ruas como muitos fazem revela desconhecimento. Falta compreensão. Considero toda a crítica bem vinda. Mas desde o começo da minha caminhada que todos sabem: tô do lado sim dos skatistas. A relação se estabeleceu ao natural. Com diálogo e respeito mútuos.  O importante é a rapaziada manter o foco, construir boas relações com a sociedade e quebrar a barreira da intransigência. Quem é do ramo entende o que estamos falando.  Mas a internet e o face estão aí mesmo.

Teve até carinha com cargo de confiança na Prefeitura, em pleno horário de expediente, promovendo enquete na internet para desestabilizar uma conquista que foi muito bem recebida pela prefeita Cleni Paz, com a qual mantemos boas relações. A polêmica faz parte e de certa forma dá visibilidade.Nas rádios dei os esclarecimentos que julgo necessários. Cada um age do seu jeito. Uns constroem. Outros tentam desconstruir. Tenho orgulho de fazer parte da primeira turma.

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