Minha Trajetória na Ballerina: Fernanda Bonaza

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Minha vida na Ballerina começou quando eu tinha 7 anos. Minha mãe havia me levado pra dançar jazz, mas não demorou muito para que eu me apaixonasse por aquilo que me encantaria e passaria amar: o Ballet Clássico.

Eu via minhas colegas de escola dançarem Ballet Clássico e queria muito aprender esse outro gênero de dança. Logo, eu comecei minha caminhada na dança clássica, o que era consideravelmente tarde comparado às minhas colegas, além de que, eu não tinha flexibilidade, e minha técnica ainda era muito mais pra o lado agitado do jazz. Mas não deixei isso me atrapalhar, ao contrário, foi quando eu realmente mergulhei na família azul, participando de viagens e festivais, me aproximando cada vez mais desse universo.

Isso tudo não me proporcionou somente o gosto pela dança, como também aprendi coisas que nunca imaginei aprender ali. Desenvolvi minha coordenação motora, equilíbrio e concentração, ser uma pessoa responsável, trabalhar em grupo, saber que mesmo que a nossa coreografia não tenha ido tão bem no palco, a gente vai se sentir feliz por uma de nós ter se saído bem, sentir orgulho dos nossos colegas, e saber que mesmo não sendo a melhor bailarina, eu posso e consigo o que almejo, porque esses anos todos, me ensinaram a correr atrás dos meus objetivos, a ser determinada e persistente. E caso eu não consiga, tudo bem, eu posso continuar feliz dançando. Dançar é o que me distrai nos dias ruins, me faz sorrir quando vejo que acertei algum passo que queria e tentava tanto.

Só quem já esteve em uma coxia minutos antes de entrar no palco, se aquecendo e rezando com as amigas pra tudo dar certo e, depois, comemorar abraçadas gritando “FAMÍLIA, FAMILIA”, depois que tudo acaba e a gente vê que tudo deu certo, sabe como é incrível essa sensação, essa adrenalina.

Foi na dança que conheci e me aproximei de pessoas que hoje são indispensáveis pra mim, e de onde tirei muitos exemplos pra seguir. Tenho orgulho de estar me formando na Escola de Dança Ballerina, mas tenho mais orgulho ainda, de dizer que faço parte dessa família, e que não importa quanto tempo passe, meu coração sempre será azul!

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