Jovens de Alegrete querem um basta ao preconceito

Rede Social

Convocado pelas redes sociais, centenas de jovens de Alegrete reuniram-se no final da tarde de domingo (29), na Esquina Democrática do Calçadão com a Praça Getúlio Vargas, para protestar e denunciar qualquer tipo de intolerância, seja ela religiosa, sexual ou por conta de gênero. “Foi um protesto pacífico, em busca da igualdade, abominando todo tipo de preconceito”, disse Eduarda Garcez, uma das organizadoras.
O evento teve apoio do Gabinete do vereador Paulo Berquó. “É imprescindível que a juventude de Alegrete firme posição em defesa do respeito às diferenças”, disse. Para Berquó, o ódio que invade as redes sociais, tensiona as relações humanas e acaba contaminando as escolas. “O tempo em que homossexuais eram submetidos a um silêncio perverso já passou e a sociedade não pode regredir”, disse, elogiando a firmeza e a coragem de todos e todas que estavam ali emprestando apoio ao movimento.
João Victor Mendonça leu um manifesto onde destacou os crimes contra homossexuais e transgêneros, relatou as suas experiências pessoais e convocou a comunidade para uma grande corrente de solidariedade e afeto.
O evento teve a participação de João Pedro Teixeira, que cantou Como Nossos Pais, de Belchior, abrindo os trabalhos.
Após as manifestações, o grupo circundou a Praça Getúlio Vargas entoando palavras de ordem.

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